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sexta-feira, 1 de agosto de 2025

Novo livro

Dia 15 de agosto de 2025 irá sair mais uma obra resgatada de material guardado que foi autorizado publicar. 

O Título é:
O Orgulho e a Humildade - Reflexões
Ditado por diversos espíritos. 

Pré vendas:
https://www.amazon.com/dp/B0FKTP9FD9?ref_=ast_author_mpb

Conforme explicado anteriormente, devido às limitações atuais, o foco é no livro eletrônico. Mais em conta e todos têm um celular para ler🙏🏻

quinta-feira, 24 de julho de 2025

Novo livro

Bom dia. 
Conforme comentei no última publicação do blog, por estar morando no exterior, e atualmente, não ter serviços de entrega (correios, etc) disponível a opção é publicar online. 
A ideia é publicar uma série de materiais antigos, que num primeiro momento me pareceram apenas treino, mas que recentemente foram autorizados a serem desengavetados.

O primeiro desses livros se chama:

Espiritismo - A Doutrina do Amor (assinado pelo espírito Frei Felipe) finalizado em 2010.

A versão impressa é mais fácil de obter no exterior que no Brasil, principalmente no hemisfério norte, por uma questão de o frete ficar muito caro para o Brasil. 

A versão digital é mais prática, por ser mais barata e fácil de acesar. Pode ser lido no celular, tablet ou aparelhos de leitura digital. Uma opção é baixar o aplicativo do Kindle (Amazon) no celular, pode ler através do aplicativo e fazer aquisição do material no mesmo aplicativo. 


Boa leitura. 

No futuro desengavetaremos outros trabalhos. 
Fraterno Abraço a todos.

Abaixo seguem os links:
https://www.amazon.com/dp/B0FJS7W1HG/ref=mp_s_a_1_1?crid=2SUJ53D8YWAOO&dib=eyJ2IjoiMSJ9.n9R4pVCMkeMLmm6c0Uq3KGtvjMXoXJT4JjWeJHHfJcCirG0RgKZP3OGi6yVurFqFvrPNKWeF2AaU4_OPjN5B24AM3Ktg7vvloGic9Y1IkENgpF4GdEViB9JMbfRIv8DjhPy9SXOQoDcPEcEm_qsiqpRiV6naJSMYUTdgasVs3ap3QMW3ThlMOn7oupYT3iyx0CxfrrRqrTT5W01COTEXNQ.VbdW9wu7vQ6lwpIZyfMm1Gq9up2T2yoGCecEn9vS1q8&dib_tag=se&keywords=livro+rafael+de+figueiredo&qid=1753380336&sprefix=%2Caps%2C180&sr=8-1

quinta-feira, 17 de julho de 2025

NOVIDADES

Bom dia.
Faz bastante tempo que não escrevo. Pois bem, após um período de grandes mudanças, filhas, covid, mudança de país, e que exigiu bastante adaptação parece que novamente está surgindo a oportunidade de praticar a psicografia. Digo isso, poisjJá voltei a treinar a escrita com os espíritos.

Para quem não entenda o processo, antes de começar a escrever a muitos anos atrás, passei por uma etapa de dois anos de treinamento, com revezamento de comunicantes, numa espécie de diário de manifestações onde registrava sensações e reflexões sobre cada episódio de escrita mediúnica.Nunca foi o médium senta e escreve, sempre houve um processo, dirigido pelos espíritos, com bastante disciplina e dedicação. Só depois disso, as obras que vocês já conhecem passaram a ser produzidas.

Todo esse tempo sem escrever me deixou, digamos, enferrujado, e achei por bem recomeçar o processo. Os espíritos determinam o modo de execução, afinal é uma obra deles. 

Para esclarecimento, durante esse processo inicial de treinamento no inicio dos anos 2000, chegava a ler 3 livros simultaneamente, o que me permitia passar de 60 obras lidas anualmente, e por consequência, também, por vezes, trabalhava na recepção de até três obras no mesmo período. Todo esse material, pequenos amontoados de textos, mas com estrutura de pequenos livros, me foram sugeridos que eram apenas treino, e permaneceram guardados. 

Avaliando hoje percebo que os espíritos se prepararam, se revezando, me ensinando e se acostumando, para trabalhar nas obras já publicadas, e a última publicação foi em 2018. E todo esse material que ficou guardado eram embriões dos livros que viriam depois.
Para minha surpresa, me foi solicitado que esse material fosse reavaliado, que eu relesse e desse luz a alguns desses escritos. E assim tenho feito, lendo e treinando a escrita mediúnica.
 
Estou vivendo no atual país mais sancionado do mundo, o que me dificulta a publicação de obras no modelo convencional. Não temos mais ligação postal com o Brasil para troca de documentos, entre outras dificuldades. Entretanto, é preciso encontrar alternativas, e a forma mais simples é publicar livros eletrônicos. Será necessário adaptar as obras às exigências do modelo de publicação. O objetivo nunca foi financeiro, todo o trabalho é filantrópico, entretanto, mesmo o preço das obras teremos que nos adaptar às regras da plataforma digital.

Feito o anúncio, podem esperar para as próximas semanas e meses algumas novidades. Na medida em que novos materiais forem sendo disponibilizados aos leitores vou tentar avisar em redes sociais e no blog (espero que ainda funcione), e toda divulgação será feita no tradicional boca a boca. Agradeço a atenção.

Abraço fraterno a todos.

terça-feira, 11 de outubro de 2022

Buscar a paz interior

As pessoas são tocadas por diversas influências, pode ser uma inclinação boa ou ruim por conta dos próprios pensamentos, ou inspirada pelo que ouviram ou escutaram no rádio ou na televisão. A leitura de um bom livro, uma boa música, tudo isso altera nosso estado de espírito. Situações desagradáveis em família ou no trabalho, conversas construtivas ou vulgares estabelecendo sintonia e convergindo numa atmosfera interior própria a cada um de nós. Os pensamentos que chegam até nós, quer percebamos isso ou não, tem correlação direta com nosso estado interior, e, crescendo em escala, geram um estado emocional coletivo. 
Se a angústia e a ansiedade se espalham entre a sociedade atual é porque não compreendemos ainda nossa própria sensibilidade e as vigorosas relações de influências mútuas em que interagimos. Que bem faria uma boa leitura, acalmar os pensamentos ou direcioná-los a nobres intenções. A compaixão para com os outros é um excelente seguro para nossa saúde interior. Aprender a tranquilizar o espírito através de bons hábitos nos traz sobriedade nos momentos de dificuldade. 

terça-feira, 4 de outubro de 2022

Esperança e oportunidade


Vivemos um período de mudanças, de revoluções, guerras e sofrimento. os corações angustiados nos levam a crises de ansiedade, infestando as clínicas médicas de doentes psicológicos, levando a crises de pânico, depressões e suicídios. Sim, é verdade, o panorama parece sombrio. 
Nesse contexto surgem os "falsos profetas", falsos pensadores, falsos religiosos e falsos líderes sociais e políticos. Onde existe ganância e disputa por dinheiro e poder sempre haverá egoísmo e sofrimento. Esse é o resultado das escolhas humanas, a história de nosso passado e presente. Hoje não é pior que ontem. Ou alguém pensa que os massacres romanos, egípcios, assírios, japoneses, alemães, americanos, etc. eram menos doloridos? A questão toda é de perspectiva.
A humanidade não mudou em sua busca por poder e dinheiro, nem deixou de usar mentiras e manipulações, e o resultado disso sempre será o sofrimento. E a consequência será sempre o acúmulo de dívidas morais, individuais e coletivas. É assim que o mundo progride, aproveitando-se da imperfeição de muitos, alguns espíritos ascendem moralmente, sofrendo resignados, dotados de compaixão, compreendendo que o mal existe através da falhas humanas, mas que Deus permite que essas situações sirvam de trampolim para aqueles que não se desesperam e mantém a senda do bem e do amor ao próximo. 
Portanto, seja a vela a iluminar a escuridão ao seu redor, não caindo em desespero, não se revoltando com os erros de companheiros inexperientes. Em tudo há harmonia, mesmo onde parece vigorar o caos. As tempestades sempre passam. O importante é não agasalhar a tempestade exterior dentro de si.
Fiquemos em paz!

quinta-feira, 10 de março de 2022

Em tempos de crise


O atual momento nos conclama a uma reflexão. A guerra é sempre um distúrbio coletivo, que leva a humanidade a expor seu aspecto mais primitivo. Não apenas a violência, mas também os julgamentos públicos patrocinados pela mídia, a opinião pública tomando partido sem ter base criteriosa, um verdadeiro surto, cegando e endurecendo corações.
Alguns espíritas, por desconhecimento ou levados por opiniões rasas de outros espiritas, as vezes, se posicionam, tomam partido ante a crise. Atualmente isso tem ocorrido em qualquer situação, eleições, guerras, programas de televisão. Lembrem que o Espiritismo jamais condena pessoas ou povos, culturas ou crenças. O dever do Espirita é acolher o sofredor, esclarecer o sedento de luz, não apontar o dedo e julgá-lo. Muitas vezes o silêncio é melhor conselheiro. Estimular a fraternidade, o amor ao próximo, o acolhimento, continua sendo a melhor maneira de contrariar o egoísmo, a raiva e a frustração. 
Portanto, espíritas, em momentos de crise, rezem, estendam as mãos, ajudem, mas jamais condenem ou usem o espiritismo para tomar algum partido que não seja a fraternidade e o amor ao próximo, independente das convicções dos indivíduos. Nós condenamos o mal, jamais aquele que o prática.

sexta-feira, 16 de julho de 2021

O Espiritismo e a vacinação

O Espiritismo é uma doutrina que tem sua base no amor, na fraternidade, no perdão e compreensão mútua, entretanto, a Doutrina Espírita não cria subterfúgios para minimizar a responsabilidade que nos cabe ante o esforço individual com o objetivo de progredir como indivíduos e como sociedade.
O livre arbítrio nos abre as portas para muitos argumentos e opções, mas não nos exclue da responsabilidade individual ante a convivência em sociedade. Nossa liberdade termina onde começa a liberdade do outro. Portanto, não podemos usar o argumento do livre arbítrio se essa escolha afeta um grupo ou um povo. É o primeiro argumento que o espiritismo levantaria na questão da vacinação.
Outro aspecto inconfundível é o conhecimento de que nossas atitudes sempre tem consequências. Não importa se alguém disse, se eu li num livro espírita ou se um médium comentou numa palestra, escolhas são sempre individuais e cada um de nós arcará com as consequências. Se eu tenho um remédio e estou doente, talvez a lei humana me permita escolhas, até recusar o tratamento. Porém, se eu piorar ou vier a desencanar obviamente terei que assumir a responsabilidade por minha escolha. Se me impuser um auto flagelo desnecessário vou arcar com as consequências disso. Escolhi passar por isso, e não poderei reclamar do resultado após o desencarne. Em uma epidemia existe o agravante da minha escolha ter vitimado alguém que não optou por sofrer, que teria tomado o remédio se assim pudesse, mas foi afetado por minha escolha.
Como veem a questão é objetiva, mas suas consequências são complexas. Podemos sempre contar com a misericórdia divina e com o auxílio de nossos irmãos caridosos para mitigar nosso sofrimento, mas devemos refletir bem sobre nossas escolhas.

terça-feira, 11 de maio de 2021

Otimismo

Ante as dificuldades eleva teu pensamento a Deus. Se tens o que comer lembra de agradecer, se tens quem se preocupe contigo agradece, se um teto te abrigas eleva tuas orações ao alto. Entretanto, se o desespero te bate a porta não desanimes, mesmo que não percebas, existe alguém em silêncio ao teu lado lhe fazendo companhia e olhando por ti. Deus não abandona nenhuma de suas criaturas. O otimismo é como bálsamo, que chega quando compreendemos que tudo passa pela vontade divina. Quando assim entendemos voltamos a sorrir, mesmo que a dor nos castigie. A vida é uma oportunidade de aprender, um presente divino. Mantenha a confiança e a certeza em dias melhores.

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

JUDAS MODERNO

Semana passada visitei uma agremiação que se intitula espírita. Vi diversos participantes em conversação bastante interessante. Debatiam sobre a política brasileira, expressando arazoada e pertinaz opinião. Justificavam o voto citando o cansaço da roubalheira, a volta dos valores da família (entendam familia cristã) e a necessidade do combate a violência. Admito que fiquei muito curioso. Naquele momento não tive a oportunidade de me inteirar de quem se tratava, se falavam de um candidato, de um plano de governo,  mas o defendiam com ardor. Entretanto, a convicção daquelas pessoas me pareceu contagiante.
Como não estamos no planeta a passeio tive que seguir. Haviam muitos afazeres a concluir antes de retornar as atividades de socorro. Admito que fiquei curioso. Precisava encontrar uma forma de sanar minhas  dúvidas.
Minha compreensão não vai muito além daquela que possuía quando ainda encarnado, por isso quis buscar orientação superior a minha. Foi com semblante bastante grave de meu conselheiro e amigo que tive certeza de que não me enganara.
"Política é uma ciência bastante antiga, surgiu para minimizar conflitos, permitindo que pessoas com opiniões distintas pudessem dialogar e resolver diferentes questões. Porém, política reflete o conteúdo de uma sociedade. Ela será mais ou menos eficiente de acordo com a maturidade dos envolvidos."
Essa única frase me fez compreender que não estamos refletindo nada realmente diferente do que somos.
Eu queria entender o que era possível fazer.
"Os meios de comunicação atual deram vozes a todo e qualquer indivíduo. E cada qual expõe aquilo que traz dentro de si, na etapa evolutiva em que se encontra". Allan Kardec foi cuidadoso ao não permitir que se discutisse política em seu grupo de estudos. Não desejava despertar a paixão tresloucada das pessoas. E é aconselhável que não o façamos. São opiniões pessoais, nada além disso e precisam continuar dessa forma. Se mudarmos a forma de amar e perdoar das pessoas isso irá ter reflexo na opinião que externam e nos ideais que abraçam".
"Hoje citam Jesus para construir uma narrativa de valores da familia. Senão vejamos, Jesus mandava pagar a violência com mais violência? Ele dizia para discriminarmos pessoas diferentes de nós mesmos? Condenar a prostituta?"
"Sabes quem desejava que Jesus apoiasse que a população pegasse em armas?"
Óbvio que eu não saberia a resposta, então ele continuou.
"JUDAS".
Ele não precisou continuar. Eu havia compreendido. Somos os Judas modernos que acreditamos que estamos mudando o mundo apoiando armas, preconceito e usamos levianamente o nome de Jesus para referendar essas idéias. Falamos disso abertamente nos centros espiritas, pois esquecemos da mensagem de Jesus. Estamos contagiados pelo desespero, ou ainda, plenos de egoísmo, vivendo nossos dias de equívocos coletivo, repetindo Judas.
Nos cabe a prece e o trabalho, para que embalados pela mensagem de fraternidade e perdão que realmente emanam de Jesus possamos enxergar melhor.

D.

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

O Angustiante Panorama Atual


Nossa vida cotidiana nos leva, por vezes, por caminhos que temos dificuldades de controlar. Os desafios diários são tantos que parece nos faltar forças para dedicar atenção a nós mesmos, ao cuidado de nossa intimidade. Nosso repouso não é mais o momento de introspecção e silêncio, mas o alheamento ante a TV e redes sociais. Descuidamos de nós mesmos e colhemos o preço dessa falta de atenção.

Vivemos um período de pessimismo muito extremo, os comentários, os noticiários, são carregados de desinformação e imediatismo. Consideramos que o presente é o ápice do retrocesso cultural e moral. Porém, isso não é verdade! O mundo em que vivemos hoje não é pior do que o mundo em que sempre vivemos. Muito antes o contrário, o problema da modernidade é esse excesso e abundância de tudo, todos temos opiniões publicadas, e quase sempre não temos o zelo para usá-la. Essa avalanche de vozes nos leva a uma ansiedade angustiante. Angústia essa que contagia e corroe as raízes de nossa espiritualidade.

Desesperados, sem rumo, nos lançamos ao imediatismo, somos facilmente vitimas de imagens e ídolos que se colocam como alternativas a essa explosão de informações. Surgem algumas raras referências positivas em meio a inúmeras figuras oportunistas e desvairadas. E feito cordeiros, incapazes de perceber a própria incoerência, os seguimos, as vezes, os idolatramos e até mesmo os defendemos.

Entretanto, isso faz do mundo de hoje pior que o mundo de nossos avôs?

Se por um lado vivemos em uma ansiedade constante que nos tortura e nos faz perder o rumo, por outro, existem liberdades e conquistas individuais inimagináveis a décadas atrás. Se ainda não sabemos acalentar a tolerância em suas múltiplas facetas em nossos corações não é culpa do mundo, mas de nossa atrofia dos sentimentos e de nossa visão egoísta do mundo. A medicina, a ecologia, a igualdade de gênero, os direitos das crianças, as regras que regem um trabalho digno, o direito a educação e saúde, por mais precário que pareçam, são conquistas desse último século. Portanto, o mundo não regrediu.

Talvez se pudéssemos deixar um pouco de lado esse fascínio pelas coisas sem importância que hoje praticamente controla nossas vidas aprendêssemos a cultivar a vida com mais otimismo. Talvez se deixássemos de lado essa carência por ídolos e aprendêssemos a buscar referências em um contexto geral não seríamos tão radicais. Cultivar em nós mesmos uma vida com ideais mais singelos nos faria bem, acalmaria nossa mente e coração.

Não pensem que isso tudo não se reflita no próprio Espiritismo. Pois, essa abundância de informações, nos levou a uma explosão de autores e publicações, que em grande parte pouco ou nada tem de espíritas. Existe muito material “antigo” de uma atualidade sem par, que poderiam servir de referência, de bojo, para que pudéssemos selecionar o joio do trigo atualmente. Essa ansiedade pela modernidade e pela busca de respostas fáceis nos faz reféns de ídolos e opiniões. Lembremos que a força do Espiritismo está na pluralidade de suas fontes e não na idolatria de personagens, ninguém deveria ser erguido a condição especial. Afinal, todos somos humanos, falíveis e imperfeitos. Nenhum espírito ou médium é dono da verdade ou se coloca além da crítica.

As vezes, quando me pego angustiado pelo mundo com que me deparo, me acalmo e lanço o olhar ao passado e percebo que nada está fora do lugar. Ao que parece as vozes do jornalismo e da internet, que democraticamente, nos alcançam a todos ainda não descobriram seu verdadeiro potencial transformador. Por enquanto apenas resmungam e gritam, condenam e criticam, mas assim o fazem por ignorância, não percebem as alternativas. Construa ao seu redor o ambiente de paz que deseja viver e respiraras em harmonia fortalecendo-te para as lutas do amanhã.